11 de maio de 2012

Sou a dor que sabe esperar . . .

Outro dia me pus a pensar que sou semelhante às mulheres da literatura de Érico Veríssimo.
Aquelas que enquanto os homens se ocupavam da guerra, elas se ocupavam do tempo e do vento.
Eu não tenho muitas definições a meu respeito;
apenas respeito a dor de cada hora, a esperança de cada momento.
E, se isso me define, então sou a dor que sabe esperar.”

(Fábio de Melo - Mulheres de aço e de flores)

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