14 de abril de 2010

Amor

Um comentário:

Paulo Tamburro disse...

FLAVÍSSIMA,

realmente, você merece ser FLÁVIA, no superlativo e majestático valor do termo!

Muito bom o texto de autor desconhecido que você nos trouxe.

As coisas de amor!

Ninguém como as mulheres sabem falar melhor sobre ele que, as mulheres.

Exatamente, FLÁVÍSSIMA, como vocês vêem o mundo.

Em geral!

O amor a que o autor se referiu, no entanto, parece que entre nós - e salvo melhor juízo - só se concretizou em Jesus Cristo.

Aí, sim, aplica-se em grau, gênero e número a intenção e clareza do texto.

E é normal, que entre nós humanos, o amor não seja, sempre, e tão somente, renúncia.

Não. Tem que haver troca, sim!

A renúncia só se faz quando o amor acaba por desistência de uma das partes ou em função de determinada situação incontrolável.

No mais, o amor deve ser troca de sentimentos, ilusões, ansiedades, expectativas, anseios,ilusões, utopias e acima de tudo mútua doação respeitosa de ações e sem cobranças.

Este seria o amor ideal?

Com você a palavra, FLÁVÍSSIMA!

Um abração carioca.

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Amo muito isso!!!

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